Meditação Diária
Sex, 17 de Fevereiro de 2012 00:00
Esta área tem como objetivo levar você, amado (a) internauta a meditar diariamente em um assunto relacionado à Palavra de Deus, pois bem nos disse o Salmista: "Bem-aventurado o varão (...) que tem o seu prazer na Lei do Senhor e nela medita de dia e de noite (...)" Sl.1. Portanto faz-se necessário criarmos este maravilhoso hábito em nossa vida cotidiana.
Você poderá também enviar o artigo a um (a) amigo (a) crente em Jesus ou não. Deus o abençoe de maneira abundante.
UM VOTO SAGRADO
Uma tarde alguns velhos marujos se haviam reunido ao redor de uma mesa, entretendo-se a referir as suas experiências e aventuras. Reinava entre elles a melhor paz e harmonia. Só um dos presentes, o capitão Sutter, é que se recusava a tomar parte nas bebidas. Chegando a sua vez de referir alguma de suas experiências, elle levantou-se e disse:
Camaradas, não desejando passar aos vossos olhos por homem pouco sociavel, visto a minha recusa em associar-me convosco nas bebidas, vou contar-vos como cheguei a esta abstinência, a que devo a posição qie actualmente occupo.
Fui muito criança para o mar e aos dezesseis annos já se tinha na conta de um marinheiro consumado. Era então grumete a bordo de um grande veleiro que se dirigia para as Indias. A nossa tripulação compunha –se de cincoenta e dois homens. Nós, os grumetes, viviamos, por assim dizer, isolados dos demais marinheiros, e tinhamos nossa mesa separada. Queria-o assim o commandante, que era homem muito justo e honrado, mas de um rigor extremo no tocante ao serviço.
Tão jovens como eramos, já tinhamos adquirido muitos maus habitos. O que mais facilmente aprendemos foi a beber; para isso aproveitavamos cada licença que podiamos obter, voltando muitas vezes para bordo em estado deploravel. o único que se constituia em exceção a esse respeito era um grumete por nome João, a quem ninguem podia induzir a tomar uma gotta de bebida alcoolica. Gozava por isso tambem da inteira confiança de nosso commandante, que o tinha quasi sempre junto de si. Quando saltava em terra, costumava leval-o comsigo e a bordo lhe ensinava muitas coisas uteis. João sabia tirar proveito de todas essas vantagens; para nós, porém, fôra-se tornando um objecto de odio e inveja. As admoestações e supplicas que nos dirigia, desejoso que abandonassemos a nossa vereda, nós as acolhiamos com desprezo, perseguindo-o e maltratando-o onde a occasião se nos offerecia. Elle tudo suportava com admiravel paciencia, mas gradualmente foi se afastando de nós.
Afinal tamámos a resolução diabolica de obrigar João a embriagar-se, e para podermos executar o nosso plano com mais segurança começámos a tratal-o com affabilidade, prestando-lhe todas as attenções.
O nosso navio regressou pelo Brasil, demorando-se oito dias na bahia do Rio de Janeiro. Uma manhã obtivemos todos licença para saltar em terra. isto causou-nos tanto maior prazer quanto julgavamos chegado o momento de provar ao nosso comandante que o seu favorito não era melhor do que nós. João promettera jantar conosco nesse dia, e a ocasião não podia ser melhor; desta vez com certeza não escaparia.
Fatigados e famintos, sentámos á mesa. Ao ser servido o vinho, porém, João não só se opoz ás nossas instancias como até fez gestos de querer levantar-se da mesa. Então o nosso odio não conheceu mais limites. Chamámo-lo um bajulador que viva a intrigar-nos com o commandante afim de á nossa custa fruir todas as vantagens e regalias. Um momento o rubor lhe subiu ás faces, diante de tão injustas e indignas as accusações. Contendo-se, porém disse com firmeza e serenidade:
“Camaradas, á vista do que aqui se passa não me é possivel calar o que desejava ter em segredo. A minha historia é breve. Minha vida foi inditosa desde o berço. Meu pae, homem diligente e bom tornou-se escravo do vicio da embriaguez, em consequencia do que, eu e minha pobre mãe nos achámos muitas vezes expostos aos rigores da fome e do frio. Com que fervor ella orava por seu desgraçado esposo!
“Quando me tornei maior, tive de esmolar, coberto de andrajos e caminhando descalço, através da neve. Como se me confrangia o coração de dor, quando via outros, fartos e bem agazalhados, alegrarem-se da vida! Certamente seus paes deviam ser homens sobrios e bons como fôra o meu, pensava eu commigo. Debaixo destas circunstancias attingi a edade de oito annos. Numa noite muito fria e tempestuosa de inverno esperavamos em vão pela volta de meu pae. Ao romper da alva minha mãe enviou-me a procura-lo na taberna. No caminho dei com um corpo que jazia estendido ao lado da estrada, coberto de neve. Inclinei-me sobre elle e limpei-lhe o rosto: era o rosto de meu pae, que estava morto.
“A um brado de soccorro acudiram dois homens da taberna, que me ajudaram a transportal-o para casa.
“Camaradas não me é possivel descrever a afflição de minha pobre mãe! Em um pranto de solluços ella atirou-se sobre o esposo, como que querendo communicar-lhe com oseu ardente amor o calor e a vida que lhe aviam fugido. Todos os soffrimentos que lhe causara em vida pareciam neste momento esquecidos. Os homens se retiraram e minha mãe acenou-me para que me ajoelhasse ao lado della, diante do cadaver de meu pae:
“_ Meu filho, disse-me então, tu conheces a causa da nossa desgraça. Não havia homem mais nobre e honrado do que teu pae; tu vês o que foi feito delle. Promette-me hoje, em presença de Deus e diante do cadaver de teu inditoso pae, sim, promette-me aqui, neste logar, que nunca tomaras em teus labios uma gotta do terrivel veneno que nos abysmou na miseria.
“Camaradas, eu fiz esta promessa a minha mãe e Deus me é testemunha de que nunca ainda a violei. Depois da morte de meu pae, eu e minha mãe, graças ao auxilio de alguns piedosos vizinhos, passámos aquelle inverno menos mal. Na primavera já pude ganhar alguma coisa para o nosso sustento; afinal obtive este posto no navio, e agora costumo levar-lhe sempre algum dinheiro quando vou visital-a, mas nem por todo o ouro e prata deste mundo violaria o meu voto, e estou certo camaradas, de que de ora em diante não tentarão mais persuadir-me a tocar em bebidas.”
Com estas palavras João dirigiu-se para a porta. Um de nós porém, o deteve e disse, commovido:
_ Espera, João, não vá ainda. Eu tambem amo minha mãe e desejaria vêl-a feliz. Não lhe quero ser um filho mau; de hoje em dainte prometto não beber mais uma gotta.
_DÊ cá a mão, amigo, exclamámos todos, e, formando um circulo em torno de João, promettemos todos imitar-lhe o exemplo. Para logo mandámos trazer papel e tinta e redigimos um contracto em que nos compromettiamos a abster-nos para sempre de bebidas alcoolicas, e todos o assignámos.
Devo confessar que nunca em nossa vida nos sentimos tão felizes como naquelle momento.
Pela tarde voltámos todos a bordo. O comandante esperava-nos de testa franzida. Conhecia bem o nosso costume de nos entregarmos a excessos quando entravamos em bebidas, mas qual não foi o seu espanto, vendo-nos voltar para bordo são e bem comportados!
_ Rapazes, disse, porque é que vocês estão tão bons?
_ Mostra-lhe o contrato, segredei aos ouvidos de João.
O capitão percorreu-o com os olhos e sua physionomia assumiu uma expressão de commovida ternura.
_Deem-me este papel, amigos, disse; emquanto observarem o que aqui se acha escripto, terão em mim um dedicado amigo; e, apertando-nos a mão, parecia muito feliz e satisfeito.
A partir desse dia começámos outra vida. João já não era para nós um objecto de odio e de inveja; continuando á nossa frente, instruia-nos, fazendo-nos progredir rapidamente em nossa carreira.
Quando deixámos o nosso bom comandante, obtivemos todos bons empregos. Há tres annos estivemos outra vez todos reunidos e pela graça de Deus nenhum de nós havia violado o seu voto. Eramos todos commandantes de bons navios.
Esta é a minha historia, disse o capitão Sutter aos seus velhos amigos que o haviam escutado com grande interesse, e agora não levareis a mal que eu me abstenha de beber comvosco. Tenho sobejas razões para assim proceder.
N.R.AME - O Português aqui usado é o da data da escrita do texto, por isso, haverá diferença com a ortografia atual.
Fonte: Pèrolas Esparsas - 1944 (?)
Editora Brasileira
Lembre-se sempre:
Você poderá morrer sem ter sido salvo, mas jamais sem ter sido amado!
Jesus Cristo.
Última atualização ( Sex, 17 de Fevereiro de 2012 11:43 )
Destaques
Sex, 17 de Fevereiro de 2012 00:00
Especialistas dizem que voto de evangélicos não deve decidir as eleições em São Paulo
Fernando Haddad enfrenta a rejeição de líderes evangélicos que podem influenciar no voto de 20% do eleitorado paulistano
Fernando Haddad, pré-candidato a prefeito de São Paulo.
Enquanto lideranças evangélicas se organizam para tentar impedir que o ex-ministro da Educação, Fernando Haddad seja eleito como prefeito de São Paulo, cientistas políticos afirmam que o público não tem tanto poder assim para decidir a eleição municipal.
Por ser o grande apoiador do kit anti-homofobia, Haddad foi taxado de “pai do kit gay” e acabou recebendo críticas de parlamentares evangélicos que não desejam que ele seja eleito na capital paulista.
Mas para o cientista político Cesar Romero Jacob os evangélicos não possuem um poder tão grande. “Pelos estudos que fiz, o fato de PT e PSDB serem mais estruturados em São Paulo faz com as religiões acabem não tendo um poder tão grande”, disse ele que é autor livro “Atlas da Filiação Religiosa”.
Quem também acredita que os líderes religiosos estão depositando muita fé no público evangélico é o professor de filosofia da Unicamp Roberto Romano. “É um voto importante, mas não é decisivo. Assim como não se deve confundir a massa dos católicos com os políticos católicos, a mesma regra deve funcionar também para os evangélicos”, disse.
O filósofo que também é autor do livro “Brasil, Igreja contra Estado”, acredita que os políticos evangélicos usam as críticas para serem atendidos pelo governo, sendo essa a velha prática política do “toma lá, dá cá”. Por isso, segundo o professor da Unicamp, a presidente Dilma deveria deixar claro aos parlamentares e líderes evangélicos que os temas defendidos pelo segmento não são questão de Estado.
O atual prefeito da cidade, Gilberto Kassab (PSD), já começou a negociar com o PT para incluir seu secretário como vice-presidente de Haddad e assim conseguiria os votos de grandes igrejas evangélicas como Assembleia de Deus, Igreja Mundial, Renascer em Cristo e Igreja Internacional da Graça de Deus.
Os evangélicos da capital devem somar cerca de 20% dos eleitores, um número significativo que pode ter impactos negativos na campanha de Haddad, tanto pelo seu apoio ao kit anti-homofobia como a distribuição de camisinhas em escolas públicas. “Nós e os católicos vamos derrotar Haddad em São Paulo”, disse o senador Magno Malta(Pr-ES) ele acredita que se a oposição relembrar os problemas que Haddad teve na pasta ele será “esmagado”. “O Haddad se derruba sozinho”, afirmou o evangélico.
Padre chama evangélicos de otários por não acreditarem nos santos católicos
Para o religioso o protestantismo é orgulhoso por acreditar que é possível chegar à Deus sem intermediários
Padre chama evangélicos de otários por não acreditarem nos santos católicos
A adoração a imagens é uma das maiores diferenças entre cristãos católicos e protestantes e por causa disso, durante uma missa, o padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior, da Arquidiocese de Cuiabá (MT), disse que os evangélicos são “otários”.
“o principio protestante é um princípio orgulho é soberbo, o principio protestante é ‘eu não preciso o de ninguém eu vou pra Deus direto’”, ensina o religioso que diz que sua religião é humilde e que Deus quer que usemos os outros pecadores.
“E se Deus quer que você use os outros, as criaturas humanas frágeis, o que você faz otário?”, diz ele que confessa que beija a mão de outro padre mesmo sabendo que ele é pecador porque aquelas mãos são instrumentos de santificação.
O padre disse os protestantes repetem, babam e bufam, que Jesus é o único mediador. “Jesus é a único mediador, meu filho. Mas você já ouviu falar no Corpo de Cristo? O único mediador é o Corpo de Cristo, não é só a cabeça”, disse.
Em seu sermão ele tentava convencer de que o catolicismo está correto ao pedir para que os santos façam a intermediação de suas súplicas é o mesmo que pedir para o próprio Jesus. Ele diz também que os evangélicos falam que amam a Jesus, mas perseguem os católicos, falam mal da Virgem Maria e do Papa.
“Como é possível amar Jesus desse jeito? Vocês só amam o pedaço que vocês escolhem? Cadê o cristianismo bíblico que vocês pregam?”, diz o sacerdote que afirma que Maria age na salvação do mundo, porque Cristo está vivo e está vivo através da Igreja, o Corpo de Cristo que foi gerado por Maria.
Fonte: Gospelprime
Última atualização ( Sex, 17 de Fevereiro de 2012 11:49 )
|
Vamos orar!
Qui, 16 de Fevereiro de 2012 00:00
O Boletim de oração em favor da Igreja Perseguida será atualizado diariamente, com excessão do sábado e domingo.
Iraque (9º) - Muitas famílias e comunidades completas têm que lidar com toda sorte de traumas. Ore por todos os corações e mentes desse povo precioso.
Última atualização ( Qui, 16 de Fevereiro de 2012 12:41 )
|